Freelancer ou agência?
O que muda na prática.
Há projetos em que uma agência é a escolha certa. Se precisa de um sistema com centenas de milhares de utilizadores, de uma equipa de plantão a qualquer hora, ou de uma certificação formal de segurança, contrate uma agência — e eu digo-lhe isso na primeira conversa em vez de aceitar o trabalho.
Para tudo o resto — o site, a loja, o CRM, as automações do dia a dia de um negócio — o que está aqui em baixo é a diferença real.
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E se ele adoecer, ou ficar sem disponibilidade?
O risco é real e resolve-se por contrato, não por promessas. Toda a gente sabe que uma pessoa só é uma pessoa só. A diferença é o que acontece se eu desaparecer.
O código é seu, no seu GitHub, desde o primeiro dia — não numa conta minha à qual perde acesso. As contas são suas: domínio, alojamento, base de dados e chaves de API ficam registados no seu nome, com o seu cartão. Eu sou um convidado com acesso, não o dono.
No fim entrego documentação: como está feito, onde está cada coisa, como se muda — escrita para outro programador conseguir continuar sem falar comigo. E há cláusula de continuidade: se eu não puder continuar, entrego tudo em 5 dias úteis e devolvo o valor do trabalho por fazer.
Numa agência, o site costuma ficar alojado na infraestrutura deles, às vezes o domínio também, e sair custa uma migração. A dependência de fornecedor existe dos dois lados — a diferença é que eu ponho a saída por escrito.
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E o suporte 24/7?
Uma agência portuguesa de dez pessoas também não tem suporte 24/7 — tem um formulário de tickets que responde na segunda-feira. O 24/7 a sério existe em consultoras internacionais e custa milhares de euros por mês de avença.
O que prometo e cumpro: resposta em 4 horas em dias úteis, por WhatsApp, sem ticket e sem intermediário. Site em baixo é prioridade absoluta, com resposta em menos de 1 hora, a qualquer dia da semana. E 30 dias de garantia após a entrega: tudo o que for erro meu, corrijo sem cobrar.
Depois disso, avença opcional a partir de 150€/mês com atualizações, backups e alterações incluídas. Fala comigo, não com quem atende o telefone.
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Consegue fazer sistemas grandes, ou só sites?
Construí a infraestrutura tecnológica completa de uma loja de 2,3 milhões de euros no Porto — sozinho. POS, e-commerce, painéis de vendas em tempo real, gerador de leads B2B e as integrações entre tudo isso. Está a funcionar todos os dias, com dinheiro real a passar lá dentro.
Também fiz a plataforma de eventos do Lions Clube de Gaia: 16 aplicações web e 322 leituras de credenciais numa convenção com mais de 300 participantes. E o PortanoSpace, que junta vendas, faturação, CRM e automações num só painel.
A diferença entre mim e uma agência não é competência técnica — é escala de equipa. Se o seu projeto precisa de cinco pessoas em paralelo durante seis meses, diga-me e eu digo-lhe que não.
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Como protege os dados dos clientes? E o RGPD?
Os dados ficam na União Europeia, em infraestrutura sua, e ninguém não autorizado os lê.
Base de dados alojada na UE, com Row Level Security ativa — as tabelas com contactos não são legíveis sem autenticação, e isso é testado antes de entregar. HTTPS obrigatório e chaves de API do lado do servidor, nunca no código do browser.
Consentimento de cookies com aceitar e recusar do mesmo peso, como a lei exige, e a medição só arranca depois do sim. Se houver integração com IA, digo-lhe que modelo, que fornecedor e que dados lhe são enviados, por escrito, antes de a construir.
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O código é meu, ou fico preso a uma mensalidade?
O código é seu, sem condições e sem mensalidade obrigatória. Fica no seu GitHub, entregue com o projeto.
Se amanhã quiser levar tudo para outro programador, leva — não há licença, não há avença mínima, não há nada meu a bloquear. A avença de manutenção existe, mas é uma escolha, não uma prisão.
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Quem faz a manutenção se as coisas mudarem?
Eu, se quiser — e a documentação está lá para que outro consiga, se preferir.
As APIs mudam, o WordPress atualiza, a Google muda regras. O que fica escrito na entrega é: o que pode mudar, quanto tempo demora a acompanhar, e quanto custa. Sem faturas-surpresa. Sem avença, as alterações são cobradas à hora, com estimativa aprovada antes de começar.
Uma agência dá-lhe uma equipa. Eu dou-lhe a pessoa que faz o trabalho, o código em seu nome e a porta de saída por escrito.